Pietro Arnaud participa de audiência sobre falta de pagamento de precatórios pela Prefeitura

Segundo Sindicato dos Servidores Municipais, Prefeitura deve mais de R$ 16,2 milhões em precatórios; audiência foi convocada pela Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização

O vereador Pietro Arnaud (Rede) participou, na tarde desta terça-feira (15), de uma audiência pública, na Câmara Municipal de Ponta Grossa, convocada pela Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização (CFOF), com a participação de integrantes do Sindicato dos Servidores Municipais de Ponta Grossa (Sindserv). De acordo com denúncia feita pelo presidente do Sindserv, Leovanir Martins, a Prefeitura deve um total de R$ 16.277.091,46 ao erário devido à falta de pagamento de precatórios.

Segundo Pietro, a Comissão de Finanças, da qual faz parte, deverá convocar o secretário municipal de Gestão Financeira, Cláudio Grokoviski, para falar sobre a denúncia, na Câmara. O vereador considera a denúncia “gravíssima” e sugere o encaminhamento de requerimentos de informação ao município de Ponta Grossa e ao TJ/PR.

Em ofício enviado a Pietro Arnaud, no último dia 7, o Sindserv informa, mediante consulta feita ao site do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ/PR) – www.tjpr.jus.br –, confirmou-se a falta de pagamento de sete parcelas de precatórios referentes ao período de janeiro a julho deste ano, no valor de R$ 2.325.298,78 cada. “Uma vez pesquisada a movimentação relativa ao município, pode-se acessar a conta 775746-6, da agência 3984, do banco 104 [Caixa]. Esta conta é a mencionada no ofício 99/2017 – DCCE/JS, do dia 24 de janeiro de 2017, da Divisão de Controle de Precatórios do Tribunal de Justiça [enviado pelo TJ/PR ao prefeito municipal Marcelo Rangel, PPS], que deveria receber um depósito mensal mínimo de R$ 2.325.298,78”, informa o ofício. “Diante do exposto, o requerente [Sindserv] reitera o pedido de providências relativo à apuração de possível infração político-administrativa e atos de improbidade administrativa apresentado no dia 2 de agosto de 2017”, conclui o documento, assinado por Leovanir Martins.

%d blogueiros gostam disto: