Pauliki cobra explicações sobre os valores da tarifa mínima reduzida de água

“Se a tarifa mínima de consumo foi reduzia pela metade, nada mais justo que os valores tivessem também caído pela metade”, diz o deputado

 

Os valores da tarifa de água cobrados pela Companhia Paranaense de Saneamento (Sanepar) são alvos de questionamentos do deputado estadual Marcio Pauliki. Ao longo de seu mandato, o parlamentar tem insistido junto a companhia para que seja revisada a forma e os valores que a tarifa mínima é cobrada das famílias paranaenses – principalmente as mais humildes.

Há dois meses a Sanepar mudou o formato da tarifa mínima: passou de 10 para 5 metros cúbicos de consumo. Mas a companhia não reduziu proporcionalmente os valores, deixando muitos consumidores na dúvida se houve vantagem ou se, na verdade, os valores da conta de água acabaram subindo, já que também houve um aumento médio na tarifa de 8,53%

“Se a tarifa mínima de consumo foi reduzida pela metade nada mais justo que os valores tivessem também caído pela metade e isso não aconteceu. Houve, na verdade, um aumento dos valores cobrados e que podem e devem ser muito menores pois as famílias humildes estão penando para pagar esse valor”, afirma o deputado.

Segundo ele, é preciso ter transparência nas contas e pensar em formas mais justas de cobrança, como a extinção da tarifa mínima do consumo de água. Dessa forma, os usuários pagariam somente pelo que consomem.

Além disso, o parlamentar reitera o pedido para que a Sanepar também estude a adoção de uma tabela decrescente para reduzir a tarifa relativa ao tratamento de esgoto para famílias que consomem menos de 20 metros cúbicos. Atualmente, o cidadão paga, em geral, um valor equivalente a 80% da tarifa da água para a taxa de tratamento de esgoto independentemente do seu consumo.

“Em um momento de crise temos a necessidade de pensar no cidadão comum e ao mesmo tempo precisamos cobrar para que o tratamento do esgoto seja exemplar”, afirma o deputado.

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